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Meninos, comportem-se!

Diversas escolas adotam, ao redor do mundo, a estratégia de separar as classes a partir do sexo dos alunos. É o antigo sistema “”meninas na sala A e meninos na sala B””. Apenas recentemente, porém, estudiosos sérios se fizeram a óbvia pergunta: esse método realmente funciona? Um estudo recente sugere a resposta: com a separação de salas, apenas as meninas saem ganhando.

A conclusão é resultado de um trabalho da professora Analia Schlosser, da Universidade de Tel Aviv. Após coletar dados de diversas escolas israelenses, ela descobriu que os alunos e as alunas que estudam em salas predominantemente femininas possuem melhores notas do que seus colegas que estudam em salas predominantemente masculinas.

Mas qual seria a explicação do fenômeno? A própria pesquisadora, com base em seus dados, aponta uma explicação. Pelo visto, as salas com mais de 55% de garotas tendem a ser mais tranquilas e menos agitadas. Isso resultaria em professores menos cansados e em alunos mais satisfeitos.

Agora falta descobrir se a mesma regra se aplica ao Brasil. Alguém se habilita?

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